sexta-feira, 29 de outubro de 2010

SAIBA COMO OS RECRUTADORES DESCOBREM AS MENTIRAS DOS PROFISSIONAIS

No Brasil, existe um ditado popular que afirma que “mentira tem perna curta”. No ambiente corporativo, a frase não foge à regra, já que, mesmo antes de o profissional entrar na empresa, os recrutadores estão atentos às informações passadas.
O gerente de Projeto do Grupo Foco, Rudney Pereira Junior, afirma que, embora anti-ético, acontece de as pessoas mentirem tanto no currículo como na entrevista de emprego. As mentiras contadas variam de competências até a formação. “A mentira em processos seletivos é mais comum do que se imagina, principalmente no currículo".
Entre as mentiras mais contadas, estão o conhecimento em idiomas e cursos complementares de formação. Ele acrescenta ainda que muitas pessoas mentem em relação às viagens realizadas ao exterior, tornando um passeio em uma experiência profissional.

Currículo

Segundo o especialista, as mentiras escritas no currículo são mais difíceis de serem descobertas à primeira vista. “Nós partimos do princípio que a pessoa está falando a verdade e que está a fim de participar do processo de maneira honesta”, declara.
Entretanto, estas mentiras podem vir à tona quando a empresa pedir um documento para comprovação, como um diploma ou certificado de conclusão de curso. Geralmente, estes comprovantes não são solicitados durante o processo seletivo, mas no momento da admissão do profissional.
“Se o profissional mentiu e ele foi admitido, a empresa pode desistir de contratá-lo, porque nesta situação existe quebra de confiança”, explica Pereira Junior.

Entrevista

Já as mentiras contadas pelo profissional durante a entrevista com o recrutador são mais fáceis de serem detectadas. De acordo com Pereira Junior, o entrevistador desconfia quando o candidato não consegue responder às perguntas relacionadas às competências exigidas ou experiências de trabalho.
“A pessoa se enrola. Ela não consegue sustentar aquela mentira e nós exploramos ao máximo esta situação. O profissional mostra insegurança, o que é diferente do nervosismo”, diz.
Além disso, os recrutadores podem checar as informações passadas pelo candidato por meio da empresa anterior em que ele trabalhou, pedindo uma carta de referência ou mesmo por telefone. Outra prática utilizada é acessar as redes sociais, como o Linkedin, Eacademy, Indica, entre outras.

Carreira prejudicada

Contar uma mentira no processo seletivo prejudica tanto a empresa como a carreira do profissional. Para a empresa, o problema é o tempo perdido com aquele candidato. Já para o profissional, a imagem e a confiabilidade ficam abaladas.

Texto retirado do site: http://www.administradores.com.br/
Autor: Karla Santana Mamona

NINGUÉM É SUBSTITUÍVEL

Não, não é um erro de digitação. O título é esse mesmo! Ninguém é substituível!
Não há dúvida de que uma tarefa pode ser desempenhada por qualquer outra pessoa e até de forma muito melhor, mas isso não interfere na questão da individualidade. Com defeitos, efeitos, vícios e, até, algumas qualidades, somos um, único, indivíduo, como a própria palavra confirma.
Ninguém é substituível. Cada ser humano é único e tem sua marca indelével, mesmo que marcada por erros e desacertos.
Somos o universo em nós. Por vezes nem nos damos conta disso, mas nem por isso torna menos verdadeiro esse fato.
Frequentemente encontraremos pessoas que pretendemos substituir, mas não teremos êxito. Elas continuarão e nós também, cada um seguindo o seu caminho. O que foi não deixará de ter sido.
E seguimos lutando contra nossos moinhos de ventos muitas vezes nos esquecendo de que o verdadeiro alvo está em nós.
As circunstancias ofuscam nossa visão desse alvo. Vivemos em um mundo em que o padrão é o desatino, o levar vantagem, a falta de escrúpulos, a insanidade e a impunidade, e não nos lembramos de que não é esse o nosso destino.
Por isso ás vezes nos falta alento para "remar contra a maré", mas não nos poderá faltar a convicção do futuro! Há revoluções a caminho e chega o reforço em forma de índigos e cristal!
Não nos poderá faltar esperança!
Hoje vivemos em um mundo em que não nos surpreende a lógica da curvatura do espaço – tempo, do genoma e da biotecnologia que promete um mundo perfeito, com seres perfeitos. Mas será que humanos?
A tríade: genética, nanotecnologia e robótica poderá ser um avanço, mas não substituirá. Autômatos são substituíveis.
Com todas as nossas fraquezas podemos ser "massa de manobra" e enganados como opinião pública manipulada, mas não poderão nos retirar a possibilidade do aprendizado e da responsabilidade pelas nossas escolhas.
Caminhamos para uma nova espiritualidade para um novo recomeço e reencontro. E não estou pregando uma visão otimista.
Creio no ser humano. Esse que está dentro de Você!
Para concluir, um pouco de poesia que, como nós, não precisa ter lógica, apenas sentimento e paixão:
"Se eu pudesse viver novamente a minha vida na próxima tentaria cometer mais erros, não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais, seria mais tolo ainda do que tenho sido" (Jorge Luis Borges – Instante)

Texto retirado do site: www.administradores.com.br
Autor:

Bernardo Leite Moreira

POSTAGENS REFERENTES À AULA 02 DE PSICOLOGIA APLICADA À ADMINSTRAÇÃO

Personalidade
Prof. Paulo Gomes de Sousa Filho

A personalidade se refere às características que fazem uma pessoa ser especial e única. A personalidade é dividida em três partes: o núcleo psicológico, respostas típicas e comportamentos relacionados ao papel.
O núcleo psicológico inclui nossas atitudes e valores, interesses e motivos, crenças sobre nós mesmos e nossa autoestima.
As respostas típicas são as formas que nós aprendemos a nos ajustar ao meio ambiente ou como nós usualmente respondemos ao mundo em nossa volta.
Já o comportamento relacionado ao papel é como agimos baseados no que percebemos nas atuais situações sociais que nos encontramos, é o aspecto mais mutável da personalidade, se modificando à medida que nossas percepções do ambiente mudam.
O núcleo psicológico não é apenas o mais interno dos três níveis e o mais difícil de conhecer, é também a parte mais estável de sua personalidade, permanecendo constante com o passar do tempo. Ao contrário do núcleo psicológico, o comportamento relacionado ao papel é o nível mais externo, sujeito a enorme influência do ambiente social externo.
Compreendendo os diferentes níveis da estrutura da personalidade, podemos ser mais afetivos e até mesmo saber o que faz uma pessoa sofrer para encontrar a melhor forma de ajudá-la.


 
Gerenciamento de Impressão e Produção da Subjetividade em Entrevista de Seleção

Maria Luisa Carvalho
Carmem Ligia Iochins Grisci


Gerenciamento de Impressão e Entrevista de Seleção: Camaleões em Cena

Maria Luisa Carvalho

 
Os artigos falam do modo como candidatos a vagas de emprego valem-se do gerenciamento de impressão para se “darem bem” nas entrevistas.
Devido às mudanças ocorridas no mundo do trabalho, as pessoas têm buscado métodos para adaptarem-se às demandas existentes e, para isso, recorrem às orientações fornecidas em websites, cursos e orientações. Dessa forma, na hora das entrevistas “fingem” ser a pessoa ideal para ocupar a vaga, mas na realidade estão se moldando ao caráter requerido pela empresa.
Infelizmente, o gerenciamento de impressão torna todos iguais, padronizados de acordo com as demandas, esquecendo que cada ser possui uma personalidade única.

SAÚDE: SÍNDROME DE BURNOUT ATACA O AMBIENTE EMPRESARIAL

O despertador toca, de alguma maneira ainda sonolento vem o pensamento de que algo está errado, não pode ser, ainda é muito cedo. As mãos descoordenadas pelo sono procuram o relógio. Constatam que já é hora de levantar, mais uma vez rumo a mesma rotina, tudo igual a tantos outros dias. Parece realmente que nada mudou.
Mas algo definitivamente não está certo, o corpo reclama de cansaço, a angústia improcedente se alia a falta de ânimo e a uma indisposição persistente em encarar mais um dia de labuta. Algo foi perdido, ou seja, a maior virtude de um colaborador, a motivação.
Bem-vindo a um clube que cresce diariamente e assustadoramente de tamanho, antes restrito e seleto para alguns poucos profissionais que laboravam no limite, como médicos, bombeiros e policiais, mas que atualmente invade diferentes ambientes corporativos, o clube da Síndrome de Burnout.
A síndrome de Burnout (do inglês to burn out, queimar por completo), também chamada de síndrome do esgotamento profissional está relacionada no ambiente corporativo, ao perfil das pessoas workaholics e ou aquelas com elevadas metas de desempenho e reconhecimento profissional.
No início os sintomas são leves e podem ser confundidos com milhares de outras doenças, cansaço excessivo, fadiga incessante, desconfortos, dor de cabeça, pálpebras pesadas e um leve desânimo marcam o compasso no desenvolvimento desse distúrbio.
Como nem sempre os sintomas levam as verdadeiras causas, a Síndrome de Burnout costuma progredir silenciosamente entre os colaboradores das organizações, nos mais diversos escalões, com especial atenção, aos altos cargos de gestão. O esgotamento físico e mental levam enfim, essas pessoas a um quadro depressivo e a comportamentos agressivos e irritadiços para com seus pares e até familiares, construindo inconcientemente relações nocivas e improdutivas no ambiente de trabalho e agressivas e egoístas nas relações familiares.
Em tempos de muita retórica a cerca da qualidade de vida dos empregados, muito pouco tem se feito efetivamente para melhorar as características do ambiente de trabalho. E a dura realidade competitiva das empresas continua sendo a de produzir para seus funcionários, metas cada vez mais agressivas, redução no quadro de colaboradores, conseqüente incorporação de funções, diminuição da faixa etária dos colaboradores e aumento de responsabilidades, tudo em benefício da continuidade e incessante multiplicação das margens, dos lucros e da rentabilidade.
Nada contra a China, mas outro dia liguei para um CEO, para cumprimentá-lo de seu aniversário, do outro lado reconheci a voz de um amigo agradecido pela ligação, mas triste por estar passando o dia de seu aniversário no aeroporto Xi'an Xianyang, esperando conexão para Varsóvia ou algo assim. Sua desilusão em ter que ininterruptamente estar à disposição da empresa ao redor do globo e em contrapartida ser figura cada vez mais rara na vida e no crescimento dos filhos era evidente e seu desempenho começava a oscilar, nos últimos tempos, tanto quanto seu humor e seu ressentimento pela situação.
O capital humano e o intelecto que este carrega é o ativo mais importante das organizações. Como realmente preservar essa riqueza, sem exaurir sua fonte produtiva?
As mudanças passam por profundas transformações e ações de ruptura na cultura corporativa de muitas empresas e na ação pessoal, através de uma ambição mais medida e metas menos agressivas.
O acúmulo de poder, exposição e fortuna de nada valem se não tivermos ao menos alguns momentos de liberdade em nossas ações e de um convívio harmonioso com nossos amigos e familiares. A riqueza e o sucesso profissional só fazem sentido quando alinhados com o equilíbrio entre o ter e o ser. Vivemos em suposta democracia, mas continuamos escravos dos nossos próprios erros. Abaixo a ditadura do tudo a qualquer preço!


Texto retirado do site: http://www.administradores.com.br/
Autor: Sérgio Nardi - palestrante, escritor, especialista em gestão empresarial e autor dos livros "A Nova Era do Consumo de Baixa Renda", "Marketing para o Varejo de Baixa Renda" e "Viva Melhor".


POSTAGENS REFERENTES À AULA 01 DE PSICOLOGIA APLICADA À ADMINISTRAÇÃO

Identidade e Trabalho: Uma articulação indispensável

Maria da Graça Corrêa Jacques (UFRGS – RS)

O artigo da autora traz algo que julgo muito interessante: a origem da palavra trabalho. Ela se deriva do latim tripalium, que significa instrumento de tortura. Realmente embora não pareça, para muitas pessoas, trabalho significa tortura, alienação e exploração, pois a sociedade tem dado muita importância ao papel de trabalhador na construção das pessoas, o que gera uma discriminação grandíssima.
Ao nos questionarmos sobre quem somos sempre fazemos referências aos papéis que desempenhamos em nosso trabalho. Deixamos de lado nossas características pessoais que nos diferem das demais, dando lugar aos atributos necessários para desempenhar tarefas.
Tem-se atribuído um valor tão grande ao trabalho, que as profissões desempenhadas são associadas a prestígio ou desprestígio social, menosprezando as categorias inferiores.


A moda que não é mais moda

Maria Ester de Freitas

O artigo trata do modo como o trabalho tem invadido a vida particular dos trabalhadores. Com o surgimento de tecnologias modernas, as pessoas estão sempre ligadas ao trabalho através de celulares e computadores, sendo que esse mundo do trabalho invade a vida familiar e amorosa.
Tudo isso tem acarretado cada vez mais problemas físicos e psíquicos, pois o ritmo acelerado do dia do trabalhador invade até mesmo o fim de expediente, finais de semana e sua vida privada, levando-o à exaustão.
A autora ainda afirma em seu artigo que o funcionário não precisa de uma empresa ou um local de trabalho que substitua a sua família, os seus amigos e o seu lazer.


 
Dilemas do Trabalho no Capitalismo Contemporâneo

Vera Lucia Navarro
Valquíria Padilha

Ao longo do desenvolvimento do processo de trabalho nos séculos XIX e XX, embora tenham ocorrido algumas transformações e crises, não houve uma verdadeira ruptura com o caráter capitalista do modo de produção, pois ainda permanece a intensificação do trabalho. Com isso, a classe trabalhadora sofre grandes perdas, não apenas do ponto de vista financeiro, mas também físico e psíquico. Em busca de dinheiro e reconhecimento social, as pessoas enfrentam filas enormes para tentar uma vaga no mercado do emprego formal.


Contexto Social e Imaginário Organizacional Moderno

Maria Ester de Freitas

O artigo mostra que as empresas têm utilizado argumentos que mascaram as regras, a pressão e a sobrecarga que é imposta aos trabalhadores. As empresas têm utilizado uma série de argumentações para tornar o trabalho atrativo, enganando seus trabalhadores, e criando uma falsa imagem de “empresa-cidadã” e sustentável.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

FRASE PARA REFLEXÃO

"Gerenciamento é substituir músculos por pensamentos, folclore e superstição por conhecimento, e força por cooperação."
Peter Drucker